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ANÁLISE FALA GALERA: Disposta a mudar sua história, Unidos da Tijuca faz grande minidesfile

  • 30 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

Análise feita por Guilherme Campagnuci

Texto elaborado por Renata Campagnuci


A Unidos da Tijuca encerrou a segunda noite de minidesfiles com uma apresentação vigorosa, que evidenciou a força do samba e a coerência do enredo. A comissão de frente, assinada pelas coreógrafas Ariadne Lax e Bruna Lopes, foi um dos pontos altos: uma performance intensa e visceral que traduziu com clareza a luta e o sofrimento vividos por Maria Carolina de Jesus. A direção cênica mostrou sensibilidade e coragem ao transformar dor em espetáculo.


O samba-enredo confirmou sua qualidade, crescendo ao longo da passagem e encontrando seu ápice do meio para o final, quando levantou a arquibancada e contagiou o público. O carro de som se manteve entre os mais marcantes do grupo especial, dialogando com a bateria e ampliando a potência do canto coletivo.


O casal de mestre-sala e porta-bandeira com Lucinha Nobre e Matheus André apresentou-se com elegância e evolução técnica: a dança foi bem executada e revela amadurecimento a cada ano. A bateria, comandada pelo mestre Casagrande, seguiu com pegada firme e cadência precisa, garantindo coerência rítmica do início ao fim.


A comunidade respondeu com protagonismo: cantou, embalou o enredo e deu vida às alas que teatralizaram a história com vigor e emoção. No conjunto, a escola mostrou-se mais madura e organizada, com elementos que apontam para um ano promissor.


📸 Divulgação Rio Carnaval

 
 
 

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