ANÁLISE FALA GALERA: Com luxo e emoção, Viradouro mostra força nos quesitos em minidesfile
- 30 de nov. de 2025
- 1 min de leitura

Análise feita por Guilherme Campagnuci
Texto elaborado por Renata Campagnuci
A Viradouro foi a terceira escola a pisar na noite de sábado e entregou um minidesfile deslumbrante, marcado por forte carga emocional e por uma apresentação de nível luxuoso. Desde a organização das alas até a evolução, a escola mostrou padrão profissional: cantou do início ao fim, levou a comunidade junto e manteve o público envolvido com o homenageado.
Artisticamente, a proposta chamou atenção pelos detalhes. Os integrantes da comissão de frente de Priscila Motta e Rodrigo Negri estavam com máscaras que criaram um efeito visual potente e coeso o figurino “dupla face” com caveira na frente e o rosto de Ciça atrás ficou perfeito, criativo e divertido.
A comissão de frente foi um dos pontos altos: um bailado espetacular, com sincronia máxima e capacidade de encantar plateia e jurados, consolidando-se como verdadeiro show à parte.
Tecnicamente houve sinais promissores do que a Viradouro pode apresentar no desfile oficial.
O uso do tripé que trouxe mestres de bateria como Casagrande e Fafá foi um elemento de impacto e um possível spoiler da potência cenográfica. A bateria do Mestre Ciça, por sua vez, arrebentou: a bossa com momentos de paradão em que a cadência reverenciou o mestre emocionou e levantou a galera presente.
No plano das performances, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Rute brilharam e acrescentaram ainda mais emoção à apresentação.
Em resumo: a Viradouro apresentou um minidesfile consistente, visualmente rico e emocionalmente envolvente uma demonstração clara de que chegará ao desfile oficial com argumentos artísticos e técnicos sólidos.
📸 Divulgação: Rio Carnaval



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